Bolsistas apresentaram o resultado de trabalho desenvolvido ao longo de um ano. Apresentações ocorreram na sede do Instituto Mamirauá, em Tefé, estado do Amazonas.
Na última quinta-feira (19), bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) Sênior e Júnior, do Instituto Mamirauá, apresentaram o resultado final de suas pesquisas. Ao todo, 10 estudantes relataram suas conclusões após o trabalho desenvolvimento ao longo de um ano. O programa tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento do pensamento cientÃfico e incentivar a iniciação à pesquisa de jovens estudantes do ensino médio e ensino superior.
Os trabalhos de temas variados foram apresentados na sede do Instituto Mamirauá, unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em Tefé, estado do Amazonas. Após as apresentações, quatro estudantes receberam premiações pelo trabalho desenvolvido. “Para premiação, são considerados a qualidade cientÃfica do relatório final e a apresentação do seminário, além da contÃnua participação nas capacitações oferecidas pelo Programa Pibic, e pontualidade da entrega dos relatórios”, explicou João Paulo Borges, do Comitê Institucional do Programa.
Confira os vencedores a seguir:
PIBIC Sênior
1º lugar – Saneamento básico na Amazônia brasileira: registros de Tecnologias Sociais – Cláudia de Lima Souza
2º lugar – Composição da dieta e o papel de dispersor de sementes de guaribasvermelhos (Alouatta seniculus juara) nas Reservas de Desenvolvimento Sustentável Amanã e Mamirauá – Alisson Nogueira Cruz
PIBIC Júnior
1º lugar – Estrutura etária da subpopulação de queixadas (Tayassu pecari) caçados na Reserva de desenvolvimento Sustentável Amanã – Lara Thaline da Silva Bacelar
2º lugar – Caracterização do perfil do turista do município de Tefé, Amazonas – David Dantas Sena
Para João Paulo, trabalhar com os jovens estudantes é uma grande satisfação. “Nós vemos que eles chegam aqui com muitas dúvidas, sem entender diversos aspectos da Ciência. E, no perÃodo de um ano, eles evoluem muito nesse sentido. É muito gratificante ver os alunos aprendendo e crescendo no saber cientÃfico, afirmou.
Texto: Laís Maia