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Na Reserva Mamirauá, viveiro é construído para estimular compreensão da ecologia da floresta

Escrito por

Eunice Venturi

Publicado em

14/11/14

Entre os dias 5 e 10 de novembro de 2014, técnicos do Instituto Mamirauá estiveram na comunidade do Ingá, na Reserva Mamirauá, para construir o primeiro viveiro de mudas do projeto “Cantinho da Ciência”. A proposta é uma iniciativa de educação ambiental do projeto “Participação e Sustentabilidade: o Uso Adequado da Biodiversidade e a Redução das Emissões de Carbono nas Florestas da Amazônia Central” – BioREC – desenvolvido pelo Instituto Mamirauá com financiamento do Fundo Amazônia.
Segundo o educador ambiental, Claudioney Guimarães, o “Cantinho da Ciência” é uma parceria entre o Instituto Mamirauá, professores e manejadores, para que a escola seja utilizada como um espaço de difusão e construção do conhecimento. O intuito é facilitar a compreensão da ecologia da floresta, com o incremento das aulas ministradas dentro e fora da unidade escolar, com apoio dos manejadores florestais. “Por isso, o viveiro foi construído junto da escola, com a participação da comunidade e a ideia é que seja um espaço didático”, acrescentou Claudioney.
O viveiro tem 24 m² e acompanha um sistema de irrigação e captação de água da chuva. Os moradores das comunidades vão agora coletar substratos para preencher os tubetes e promover o plantio. “Após a coleta das sementes e plantio, as crianças poderão aprender e conhecer as espécies vegetais das áreas onde elas moram. Elas vão acompanhar o crescimento dessas plantas, algumas utilizadas para o manejo florestal e outras não. As crianças agora vão cuidar do viveiro, vão regar e medir o crescimento das plantas”, explicou Camila Pires, educadora ambiental do Instituto Mamirauá.
Além da construção do viveiro, os estudantes brincaram com os jogos educativos criados pelo Projeto BioREC. A Trilha Ecológica foi um desses jogos. No formato de tabuleiro, ela aborda aspectos relacionados ao cuidado com o meio ambiente, informações sobre a água e o uso sustentável das florestas. Durante o jogo, os participantes aprendem as principais características de florestas, especialmente as de várzea, produtos florestais madeireiros e não madeireiros, manejo participativo e outros assuntos. Os participantes também brincaram nos jogos da memória. No próximo ano, acredita-se que mais três comunidades terão seus viveiros construídos.
Texto: Eunice Venturi, com colaboração de Marco Lopes

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