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  • Menina ribeirinha sorrindo — Instituto Mamirauá
  • Manejo do pirarucu na várzea — Instituto Mamirauá
  • Pescador em área alagada — Instituto Mamirauá
  • Uacari de face vermelha em um galho — Amazônia
  • Comunidade ribeirinha na várzea, vista aérea — Amazônia
  • Canoas ao entardecer no rio — Amazônia

Ciência feita
na Amazônia,
com quem
vive nela.

O Instituto Mamirauá atua em áreas protegidas remotas da Amazônia. Em parceria com comunidades tradicionais e indígenas, conduzimos mais de 200 projetos entre pesquisa científica aplicada e ações de impacto na ponta.

como trabalhamos

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01 / 02

Do tamanho
de um país

Mamirauá, Amanã e a Flona de Tefé formam um mosaico protegido no coração da Amazônia — habitado, vivo e monitorado.

Mamirauá Amanã Flona de Tefé Suíça Limites oficiais WDPA (jul/2026) · Suíça em escala de área
  • RDS Mamirauá1,32 mi ha
  • RDS Amanã2,30 mi ha
  • Flona de Tefé0,87 mi ha
4,5 milhões de hectares protegidos +36áreas em que atuamos em parceria

A Suíça inteira caberia aqui dentro — e ainda sobrariam mais de 350 mil hectares. E, diferente de quase todo o resto do mundo, este território é habitado: mais de 300 comunidades vivem nele.

Role para baixo

Ciência, manejo e
comunidades ribeirinhas

Seção 5 — Imersão (encontro tipográfico desenvolvido)

Uma imersão em nosso trabalho — nosso impacto em números

Ações que
transformam
a Amazônia

Água nas secas extremas

Água, energia solar e saneamento onde o poder público não chega.

Tecnologias sociais →
Dois copos lado a lado: um com água barrenta do rio, outro com água tratada

O pirarucu voltou

Salvo da extinção pelo manejo comunitário — e hoje fonte de renda para quem vive do rio.

Manejo de pesca →
Manejador segurando um pirarucu recém-pescado à beira do lago

Reserva monitorada em tempo real

A primeira reserva do mundo acompanhada ao vivo, dia e noite.

Conheça →
Técnico instalando o painel solar de um módulo de monitoramento no alto da floresta

+25 mil hectares em restauração

Florestas degradadas voltando a ser floresta viva, hectare após hectare.

Projeto BioREC →
Vista aérea de um rio recortando a floresta amazônica

A torre que mede a respiração da várzea

A primeira da Amazônia a medir gases de efeito estufa na floresta alagada.

Saiba mais →
Torre de fluxo erguida acima do dossel da floresta de várzea

Financiadores

A pesquisa, o manejo comunitário e as tecnologias sociais do Instituto Mamirauá são sustentados por agências de fomento, fundações e empresas parceiras.

Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Projeto Floresta+ Amazônia
Fundação Banco do Brasil
Fapeam — Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas
Gordon and Betty Moore Foundation
GEF — Global Environment Facility
Fundo Vale
BNDES

O pulso do rio · Solimões em Tefé

12,36METROS
Vazante▾ descendo 12 cm por dia6 set 2026 · leitura das 20:00

Cheia 2026: 18,73 m (30 jun)Seca 2025: 10,68 m (22 out)

O rio desce e os lagos se isolam. É o tempo do manejo do pirarucu e da contagem que garante a pesca do ano seguinte.

Fonte: ANA — Rede Hidrometeorológica Nacional, estação Tefé-Missões (cód. 12900001), telemetria. Cota lida na régua da estação (não é profundidade); dados brutos, sem consistência. O mesmo dado alimenta o boletim diário de níveis dos rios da SEMA-AM. Consulta em 06 set 2026 22:47.