Nesta quinta-feira (7), moradores da comunidade Boa Esperança, na Reserva Amanã (AM), vão receber uma visita técnica sobre o tema
Energia solar, captação de água de chuva e de poço. Desde maio, são essas as fontes usadas por moradores da comunidade Boa Esperança para alimentar a Casa de Polpa de Frutas, uma experiência sustentável de beneficiamento de frutas na Amazônia. O Instituto Mamirauá, que oferece assessoria técnica ao projeto, vai apresentar mais uma alternativa para o trabalho: o uso de frutas secas, outra forma de conservar os alimentos por um tempo maior.
Nesta quinta-feira (7), os técnicos do Instituto Mamirauá farão uma visita à Boa Esperança, comunidade localizada na Reserva Amanã, estado do Amazonas, para discutir ações de fortalecimento do grupo de produtores realizando um planejamento das próximas ações e uma Oficina de Plano de Negócios da Casa de Polpas, com a participação do professor Gonçalo Guimarães da Coppe/UFRJ. O Instituto Mamirauá, unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), planeja uma oficina sobre o uso de frutas secas em 2018.
As atividades de assessoria técnica à Casa de Polpa Frutas são parte do projeto Mamirauá: Conservação e Uso Sustentável da Biodiversidade em Unidades de Conservação (BioREC). O projeto conta com o financiamento do Fundo Amazônia, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)
Texto: João Cunha